Todas as dicas culturais da semana enfatizando a última apresentação da Érika Machado no Brasil este ano e a primeira da Mulheres de Caio em São Paulo. Vale a pena ver tudo.
Muitas novidades esta semana e em ênfase ainda Morte e Vida Severina do Pedro Paulo Cava, Odilara, Érika Machado e O Grande Amor da Minha Vida da nossa eterna e querida Paloma Bernardi. Novidades ficam por conta da Andirah Brasil, Igor Ramos, Ana Gilli, Mulheres de Caio e muito mais. Pedimos desculpa pela qualidade mas ainda será muito melhorado.
Demorou, mas abrimos o nosso sistema de Agenda Cultural e ele será simples assim mesmo. A ideia é citar somente as informações recebidas, enfatizadas neste vídeo por Morte e Vida Severina do Pedro Paulo Cava, Silvia Gommes, Isabella Michielini, Mestre Jonas, Odilara, Érika Machado e O Grande Amor da Minha Vida da nossa eterna e querida Paloma Bernardi.
O Castelo do Poeta entrevista Érika Machado, mineira, 33 anos, cantora, compositora e artista plástica. DEZ perguntas, DEZ respostas, algumas fotos e muita melodia pra cantar... Por João Lenjob
UM CP: Com quantos anos você começou a cantar?
EM: Hum..não sei. Eu sempre gostei de cantar. Profissionalmente foi em 2004, por aí. Mas comecei com uma turma de escola, que acampava e tocava violão. Na verdade eu estudava piano nesta época e comprei um violão porque dava pra conduzi-lo a qualquer lugar e achava o máximo porque dele dava pra fazer o papel da banda toda.
DOIS CP: Existe uma linha na qual você se inspirou?
EM: Na verdade não. Eu gosto um pouco de tudo. Gosto muito de barulhinhos diferentes.
TRÊS CP: Você tem outra habilidade artística além da musical??
EM: Na verdade eu formei em artes plásticas. Então eu gosto de tudo o que se faz com as mãos. Eu fiz toda a parte gráfica do meu disco novo (Bem Me Quer-Mal Me Quer) e do site (http://www.erikamachado.com.br).
QUATRO CP: Você teve muitas dificuldades durante a carreira?
EM: Dificuldade todos os dias. Cada dia passado é uma vitoria.
CINCO CP: E você já teve motivos para desistir da carreira?
EM: É difícil prosseguir com a arte num país que mal se valoriza a educação e saúde. Acaba que o que fazemos é superfluo. Então tudo é muito difícil e quando tentamos um incentivo a burocracia é muito grande e o artista não tem que se submeter a preencher todos os requisitos. Este é um trabalho que não é do artista e o artista acaba tendo que fazer. SEIS CP: Qual o seu melhor momento?
EM: Tive muitos melhores momentos. Tocar com a Fernanda (Takai) e o John (Ulhôa) com Milton Nascimento na plateia. Foi bom também quando durante um show (do Milton) em São Paulo fui chamada para cantar com ele Maria Maria. Este foi um momento inesquecível.
SETE CP: Você toca muito fora de Minas Gerais?
EM: É impressionante, mas nossa primeira representação no Ecad é no Nordeste, a segunda no Sul e a terceira no Sudeste. A gente voltou agora de uma excursão pelo Nordeste e era incrível ver todo mundo cantando as canções e dançando. Foi bacana demais!!!!
OITO CP: Érika, quais são seus próximos objetivos?
EM: O meu próximo objetivo é juntar meus dois discos No Cimento e Bem Me Quer-Mal Me Quer com as músicas mais legais e fazer um DVD com meus convidados. E eu gostaria também um disco infantil.
NOVE CP: E você vai tocar na Galícia, né?
EM: É! Cheguei aqui super feliz. Acabei de ficar sabendo que vamos tocar na Galícia.
DEZ CP: Érika, bem me quer ou mal me quer?
EM: Bem me quer, claro (risos)!!!
Para conhecer mais da Viscondessa Érika Machado e também conhecer suas canções, é só entrar em seu site http://www.erikamachado.com.br.